Filipa (amiga da Gigi).Que colocou no blog da Nela http://maisumbocadinho.blogspot.com e eu coloquei aqui para divulgar, obrigado Filipa beijinhos
Peço desculpa por vos vir incomodar. Chamo-me Pedro e sou pai de um bebé de 6 meses, Rodrigo, que tem uma Leucemia Linfoblástica Aguda diagnosticada às 6 semanas. O Rodrigo encontra-se internado no IPO Lisboa, 7.º andar, pelo que quem o deseje pode confirmar. Neste momento o Rodrigo está à espera de um transplante de medula, que lhe salve a vida. Peço, por isso, a todos, que se increvam como dadores de medula. Os requisitos são mínimos e podem salvar a vida do Rodrigo, ou de outro qualquer menino(a) do mundo.
Basta ter entre os 18 e 45 anos, boa saúde, e muito desejo de salvar uma vida. Consultem o site www.chsul.pt/, site do Centro de Histocompatibilidade do Sul. No site podem fazer o download do questionário inicial, o qual deve ser preenchido e enviado para o Centro. Após análise do questionário serão contactados para proceder a uma simples recolha de sangue (20 ml). Com base na análise a esta amostra serão inscritos numa base de dados internacional. Em caso de necessidade, serão contactados para realizar mais alguns testes, e, assim, SALVAR UMA VIDA.
Espero ter-vos tocado no coração. Ajudem-me a salvar o meu menino.
Muito Obrigado
Pedro Sousa
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Apelo
Estou cansada...

Estou cansada de fazer pesquisas ou passar por informações na net que me deixam profundamente furiosa ggrrrrrr de uma vez por todas eu gostava que escrevessem e passassem a palavra de que o Cancro não aparece depois dos 40 ou 45 anos, é MENTIRA eu no meu tempo de luta contra ele e ainda luto vi Mulheres de todas as idades desde pouco menos de 20 anos até muito depois dos 80 anos.
Isto tem que ser desmistificado encarem a realidade o cancro aparece em qualquer idade, células malignas todos nós temos só que em algumas pessoas seja por um momento de fragilidade seja por o que for elas acordam e resolvem nos desafiar. Na minha modesta opinião e faço parte duma dessas Mulheres digo, se existe vacina para a prevenção do cancro do colo do útero para as adolescentes a partir dos 13 anos porque não na mesma idade ou do momento que sejam mestruadas ou sexualmente activas ou não, não é obrigatório fazer uma ecografia mamária todos os anos para além da apalpação mensal????
Gostava de ver isto mudado porque as Mulheres merecem respeito e veracidade!
Beijinhos
Declarada aberta a epoca oficial de Pré-Campanha!

Declarada aberta a epoca oficial de Pré-Campanha!
Aqui está!
Esta é a imagem da nossa pré-campanha de divulgação da nossa peça "Rosa Esperança". Este trabalho foi desenvolvido pela Maisa - mulher que neste momento ainda trava a sua luta contra um cancro - http://donasdalingua.blogspot.com/ mas que, e apesar de viver no Rio de Janeiro /Brasil/ fez o favor de estar e colaborar connosco neste prjecto. Eu e a Maisa conhecemo-nos através dos Blogues... ela ofereceu os seus prestimos num comentário e eu aproveitei a oportunidade!! Todos os contactos entre nós foram feitos via e-mail - não nos conhecemos pessoalmente (ainda). Esta colaboração da Maisa vem provar /se duvidas houvesse/que hoje em dia não existem distancias quando hà vontade e se está disponivel para partilhar o que cada um tem de melhor.
OBRIGADO MAISA!
Agora meninas e meninos resta-nos espalhar Rosa e Esperança por todos os blogues e contactos de e-mail!
Declaro oficialmente aberta a epoca de pré-campanha de divulgação de "Rosa Esperança"
RG
domingo, 25 de janeiro de 2009
sábado, 24 de janeiro de 2009
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
JE T'AIME - LARA FABIAN LIVE " NUE -2002 "
Eu tenho um gosto de música muito diversificado! Hoje é mais Lara Fabian
Kate Ryan - Voyage Voyage
ADOROOOOOOOOOOOOOOOOOOO esta música quando a ouço transporta-me para outra dimênsão...eu flutuo...é antiga mas dá uma vontade de abanar o capacete aiiiiiiiii não danço á tanto tempo mas este tipo de música :)
Caldense em palco para contar experiência do cancro da mama

(esta é a nossa Alda para quem não a conheça)
Caldense em palco para contar experiência do cancro da mama
A caldense Alda Caetano é uma das actrizes numa peça sobre o cancro da mama, que está a ser ensaiada em Rio Maior e que tem estreia marcada para Abril.
O elenco inclui oito actrizes de todo o país que venceram esta doença e que se conheceram através da blogosfera. Esta experiência, assim como o percurso de cada uma destas participantes, dará origem a um livro que será lançado no final do ano. O encenador Rui Germano gostaria que a peça fosse apresentada nas Caldas e noutras localidades do país.
São oito mulheres das Caldas, Lisboa, Ovar e de Rio Maior que se reúnem aos domingos à tarde para ensaiar no Cineteatro daquela última localidade. Têm algo em comum: todas tiverem cancro da mama. Uma delas é Alda Caetano, natural de Alcobaça, mas caldense por adopção desde há 38 anos.
“Quando nos é feito o diagnóstico da doença há uma corrida à informação”, recordou Alda Caetano, relembrando que foi através da internet que se informou e encontrou outra mulheres que se encontravam a viver o mesmo problema e que criaram blogues como Amigas do Peito e Amigas do Coração. Foi também através da blogosfera que receberam o convite do encenador Rui Germano, de Rio Maior para integrar este projecto teatral.
Os primeiros contactos com o responsável decorreram em Setembro último e as participantes na peça têm desenvolvido “uma amizade verdadeira”.
Por ser um grupo grande, o encenador de Rio Maior veio propor a realização de uma peça de teatro com a intenção de passar para o palco o drama desta doença.
Os ensaios decorrem aos Domingos no Cine-Teatro de Rio Maior e o projecto tem chamado a atenção dos meios de comunicação social regionais e nacionais, tendo sido falado em programas de televisão.
Alda Caetano diz que vai ser escrito um livro que conta a história de cada um dos participantes deste elenco.
A peça terá como protagonista uma personagem fictícia que contará “um pouco da história de todas nós”. Alda Caetano tem a certeza que o espectáculo será um sucesso uma vez que “passará uma mensagem de esperança - o cancro é terrível mas hoje já se consegue lidar com a doença e aprender a viver com essa sombra”.
O encenador diz que esta peça será estreada a 4 de Abril e as primeiras apresentações decorrerão no Cineteatro de Rio Maior nesse sábado à noite e também na tarde de domingo. “Gostava que este espectáculo se tornasse itinerante e que pudesse ser apresentado nas Caldas”, disse o responsável.
A mãe de Rui Germano também conseguiu ultrapassar esta doença há 26 anos, “numa época em que não se falava tão abertamente do cancro”. Depois de terem falecido duas amigas por causa desta doença, Rui Germano decidiu levá-la ao palco. A peça “pretende chamar a atenção de todos para a importância do esclarecimento, do diagnóstico precoce e para a desmistificação do cancro da mama”.
Além de encenador, Rui Germano é advogado e vereador (sem pelouro) da oposição na Câmara de Rio Maior.
Criar um núcleo de apoio nas Caldas
Alda Caetano tem 56 anos e venceu a doença que lhe foi diagnosticada em Julho de 2006. No mês seguinte foi operada tendo feito uma mastectomia. Passado um mês começou a fazer quimioterapia, mas teve como efeito secundário uma grave inflamação na garganta que conseguiu depois superar.
“Quando se é confrontado com a doença, o melhor é aceitar. Os médicos fazem o resto”, disse Alda Caetano acrescentando que ajuda viver com calma, optimismo e fazendo uma boa alimentação e exercício físico.
“Deixo aqui o apelo a todas as mulheres para que façam o rastreio. Se eu fosse descuidada, se calhar já não estava cá…”, comentou a caldense, que não falha a rotina dos exames anuais para verificar se está tudo bem.
O optimismo de Alda Caetano acaba por dar ânimo e ajudar os outros e é uma activa voluntária, quer no Hospital das Caldas, quer em eventos como Um Dia pela Vida, que em 2007 trouxe às Caldas um conjunto de actividades relacionadas com o combate ao cancro.
“É assustadora a forma como a doença está a aparecer em gente cada vez mais nova”, disse, preocupada, Alda Caetano.
O seu dinamismo é notado e por isso tem a promessa de responsáveis de entidades como a Liga Portuguesa contra o Cancro e de associação Vencer e Viver de abrir um núcleo de apoio a mulheres que sofrem de cancro da mama nas Caldas. “Ainda não conseguimos foi arranjar um espaço”, lamentou. Esse núcleo, diz, seria muito importante porque quando se tem esta doença, “sente-se sobretudo falta de apoio psicológico”.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Peça de Teatro Rosa, Esperança...Estreia dia 4 de Abril no Cine Teatro de Rio Maior
No Cine Teatro de Rio Maior está a ser ensaiada uma peça que se chama "Rosa,Esperança..." dirigida por o Encenador RG , as Actrizes são Mulheres com uma coisa em comum tiveram Cancro de Mama todas elas já operadas e com os tratamentos terminados.
Partilham o seu medo as suas dúvidas,as suas angústias mas principalmente da sua valentia e recuperação!
Não é uma peça que se fale de alguém em expecífico fala-se da Mulher com cancro da mama e ninguém melhor que Elas para o retratarem visto o terem sentido na pele, foi através do blog SuperGlamorosas que as Amizades se fizeram e foram crescendo, esta rede de Amizade virtual levou a Encontros onde se transformou numa Amizade pura e com muita idêntificação entre elas.
Mas no grupo não existem só Mulheres que sofreram da doença existem também Mulheres que as apoiam incondicionalmente, com um coração aberto a ajudar sempre que seja necessário e já o fizeram com algumas das nossas "Estrelinhas" que já não se encontram junto de nós...que já partiram!
É uma peça forte,emotiva, serve para desmistificar o Cancro mas também não o desvalorizar tal como diz o RG " O cancro não é uma gripe" é possível vencer quando diagnosticado a tempo e pra isso existe a prevenção é um recado para chegar até todos!
Eu não tenho o dom da palavra, como já devem ter reparado não tenho nenhum curso mas gosto de escrever e partilhar a minha experiência e foi o que fiz nesse domingo em que a jornalista Ana Santiago nos fez uma entrevista, foi bem conseguida e captou algumas partes muito importantes na vida de uma Mulher que teve cancro.
A estreia vai ser dia 4 de Abril no mesmo Cine-teatro.
Bem minhas Meninas façam o trabalho de casa para domingo correr tudo bem :)
Beijinhos
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Para a Maysa,Gigi , Lily e para todas
É um dos textos que eu mais gosto ,conheço á muitos anos e no dia do funeral da minha querida Mãe foi lido pela minha sobrinha mais nova a Sara eu...não o consegui fazer...
Novo IPO de Lisboa
Novo IPO de Lisboa
Em 1923 foi criado o Instituto Português para o Estudo do Cancro pelo Decreto 9333 de 29 de Dezembro. Com este Decreto, o Ministro da Instrução António Sérgio corolava os esforços, desenvolvidos desde o final do Século. XIX, pela comunidade médica e científica portuguesa, a qual, a par das suas congéneres europeias, vinha reclamando a necessidade da existência de uma instituição dedicada à investigação, ensino e tratamento das doenças cancerosas.
A Comissão Directiva, presidida pelo Prof. Francisco Gentil, e composta pelos Professores : Marck Athias, Raposo de Magalhães e Henrique Parreira e pelo Dr. Bénard Guedes, iniciou uma intensa actividade que levou à construção em 1927 do primeiro edifício, no Casal de Sete-Rios, Palhavã. Neste edifício foram instalados o Dispensário e os Serviços de Roentgenterapia e Diatermia.
Nos anos seguintes, em que o Instituto se afirmou como o centro de excelência para o tratamento de doentes com cancro, o incremento da actividade assistencial e científica, foi sendo permitido pela construção de novos edifícios. Em 1929, o Pavilhão B dedicado a Consultas, em 1933 o Pavilhão do Rádio, primeiro edifício na Europa a ser construído segundo as normas emanadas do II Congresso Internacional de Radiologia, realizado em 1928. Para além da instalação dos equipamentos de radiologia e roentgenterapia o pavilhão possuía ainda enfermarias e Bloco Operatório. Esta obra inicial apenas se concluiria em 1948 com a construção do Pavilhão Hospitalar do Instituto Português de Oncologia, quase exclusivamente dedicado à Cirurgia.
Mas não apenas nas actividades assistencial, de ensino e investigação o Instituto se distinguiu, no panorama da saúde em Portugal, durante a primeira metade do Séc. XX. A criação da Escola Técnica de Enfermagem (ETE) em 1940, a instalação da Liga Portuguesa Contra o Cancro em 1941 e a construção do Edifício da ETE em 1944, a construção do Pavilhão D, primeira estrutura asilar dedicada a doentes, demonstram bem a preocupação de dotar o Instituto com os meios necessários para um acompanhamento adequado dos doentes com cancro, nas suas várias vertentes.
Na Investigação, o Instituto desenvolvia uma actividade intensa e vibrante. Nomes como Marck Athias, Henrique Parreira, Fernando Fonseca e Abel Salazar são apenas alguns dos que contribuíram para o desenvolvimento desta área de enorme importância.
Na área tecnológica o Instituto continuava a inovar. Em 1958 é inaugurado o Pavilhão do Cobalto, devido ao Pavilhão do Rádio não apresentar as condições adequadas de segurança. Neste novo Pavilhão é instalada a primeira Bomba de Cobalto da Península Ibérica e, novamente em 1974, o primeiro acelerador linear.
Em 1971 terminava-se o Pavilhão de Medicina e logo a seguir o novo Lar de Doentes. Um apoio necessário, já que parte importante dos que procuravam o IPO viviam fora de Lisboa. Estes edifícios vieram completar o conjunto arquitectónico que ainda hoje está em actividade.
Pensado e criado desde a sua fundação como uma instituição dedicada ao estudo e tratamento do cancro, o IPO foi-se desenvolvendo em consonância com os progressos técnico-científicos da Medicina Oncológica, mas sem nunca esquecer a marca indelével e incontornável deixada pelos seus fundadores, para quem todos os doentes eram importantes e a razão de existir da instituição. Além da excelência técnica, dos progressos tecnológicos, do primado da investigação e ensino, a actividade do IPO é, desde sempre e ainda hoje, pautada pela dedicação ao doente.
A história e evolução do IPO traduzem a evolução da Oncologia durante o Séc. XX.
À Cirurgia, principal arma terapêutica, no início do Séc XX, juntou-se a Radioterapia, com grande evolução na segunda metade do século, e, já no último quartel, a Quimioterapia e a Hormonoterapia e, mais recentemente, as terapêuticas moleculares dirigidas. No diagnóstico, os avanços técnicos na Patologia Morfológica e Clínica foram complementados pelo desenvolvimento da Genética Médica e Patologia Molecular, já no final do século. Os avanços tecnológicos na Radiologia e na Medicina Nuclear permitem hoje um diagnóstico de imagem cada vez mais completo. Toda esta complexidade é ainda aumentada pela necessidade de garantir um apoio adequado do ponto de vista psicossocial, nutricional e de reabilitação numa verdadeira integração de cuidados. A multidisciplinaridade tornou-se assim o paradigma da actividade clínica em Oncologia
Tal como afirmavam os fundadores do IPO, o Cancro veio a revelar-se como um dos principais flagelos na segunda metade do século XX, com uma incidência crescente. No nosso país é principal causa de morte no princípio deste século, apesar dos enormes avanços técnicos verificados no diagnóstico e no tratamento das doenças oncológicas que conduziram a um aumento significativo da probabilidade de cura e de longa sobrevivência.
O aumento da incidência do cancro, a crescente complexidade da sua abordagem, a necessidade de garantir a multidisciplinaridade, a progressiva transferência para cuidados ambulatórios em Oncologia, a importância da investigação clínica e translaccional tornam fundamental a adequação das estruturas físicas para a concretização das respostas necessárias.
Mais do que um novo edifício hospitalar, o novo IPO será uma estrutura perfeitamente adequada aos novos conceitos da prática oncológica, integrando a investigação, ensino e prática assistencial.
O IPO serve uma população de cerca 4.200.000 habitantes correspondente às ARS’s de LVT, Alentejo e Algarve e Região Autónoma da Madeira. Presta cuidados diferenciados oncológicos em complementaridade e em coordenação com as demais estruturas de saúde das regiões, centros de saúde, hospitais e unidades de cuidados continuados/paliativos.
O novo IPO incluirá:
• um edifício dedicado à investigação e ao ensino pré e pós-graduado, não esquecendo áreas próprias para a educação em Saúde em Oncologia .
• um edifício dedicado ao apoio psicossocial
• o edifício hospitalar incluindo:
- área de internamento com capacidade para mais de 10.000 internamentos por ano nas diversas áreas de especialidade, incluindo ainda instalações dedicadas para o Transplante de Medula Óssea, a Hematologia, a Oncologia Pediátrica, a Oncologia da Adolescência e área de internamento para braquiterapia e medicina nuclear e cuidados intensivos e intermédios.
- área de ambulatório com capacidade prevista para 200.000 consultas/ano, organizadas por Clínicas Multidisciplinares por Patologia
- Hospital de Dia e área de técnicas especiais.
- área de meios complementares de diagnóstico e terapêutica
- bloco operatório central e de ambulatório com capacidade para realização de +7.500 cirurgias por ano
O edifício hospitalar será modular, para se poder expandir, em caso de necessidade de uma forma integrada, não produzindo roturas nos circuitos internos.
O Hotel de Doentes integrado numa estrutura hoteleira própria que permitirá proporcionar estadia em condições adequadas aos doentes que necessitem de recorrer com muita frequência ao Instituto e residam à distância, bem como aos seus familiares.
No novo IPO as estruturas físicas serão adequadas ao funcionamento da instituição, proporcionando facilidade de acesso, rapidez de atendimento, conforto e segurança para os doentes e seus acompanhantes e para os profissionais, numa localização privilegiada.
Fundado há 85 anos o Instituto Português de Oncologia de Lisboa Francisco Gentil poderá com estas novas instalações, modernas e eficientes, continuar a manter viva a tradição de bem tratar aqueles que dele necessitam.
5as Jornadas de Enfermagem
5as Jornadas de Enfermagem
ENFERMAGEM ONCOLÓGICA - Novas Abordagens
A procura de melhores e novas formas de cuidar o doente oncológico, de modo a atingir a excelência dos cuidados de enfermagem, leva-nos a acreditar que a troca de experiências e a sua reflexão seja um contributo valioso para que possamos alcançar aquele desiderato.
Nesta perspectiva, ir-se-ão realizar nos dias 22, 23 e 24 de Janeiro de 2009, as 5as Jornadas de Enfermagem – “Enfermagem Oncológica – Novas Abordagens”, onde irão ser debatidas importantes áreas temáticas como, os Cuidados Paliativos, a Prevenção e Rastreio do cancro, a Investigação em Enfermagem, entre outros. Veja aqui o programa
Principais Temas:
Melhoria Contínua da Qualidade dos Cuidados de Enfermagem
Sistemas de informação em Enfermagem
Investigar em Enfermagem
Articular para Continuar a Cuidar
Cuidados Paliativos, que Desafios?
Prevenção e Rastreio
Feridas em Oncologia
Secretariado
Formação em Enfermagem - 5º andar - Pav. Central
Instituto Português de Oncologia de Lisboa
Francisco Gentil, E. P. E.
R. Prof. Lima Basto, 1099-023 Lisboa
Telef.directo: 217229878
e-mail: 5jornadas@ipolisboa.min-saude.pt
Alunos de Enfermagem 40.00€
Enfermeiros e outros profissionais 60.00€
Inscrições (até 16 Janeiro 2009)
INFECCIOLOGIA E ONCOLOGIA MAIORES ENCARGOS NO MEIO HOSPITALAR
INFECCIOLOGIA E ONCOLOGIA MAIORES ENCARGOS NO MEIO HOSPITALAR
Segunda, 19 Janeiro 2009 09:46
A Infecciologia e a Oncologia continuam a ser as áreas terapêuticas com maiores encargos e juntas representam cerca de 36,9% da despesa com medicamentos em meio hospitalar. Estas áreas são também as que têm maior responsabilidade no crescimento da despesa registando aumentos homólogos de 8,8% e 13,1% respectivamente. Refira-se ainda o crescimento de 15,9% na área da Neurologia e de 29,8% na Imuno-hemoterapia, comparativamente ao ano anterior.
NOVA VACINA CONTRA MENINGITE CHEGA A PORTUGAL EM 2010
NOVA VACINA CONTRA MENINGITE CHEGA A PORTUGAL EM 2010
Sexta, 16 Janeiro 2009 08:56
Em 2010 vai ser lançada no mercado uma nova vacina contra a meningite pneumocócica. E, segundo a Direcção-Geral de Saúde explicou ao DN, pode vir a ser incluída no Plano Nacional de Vacinação, depois de a actual ter sido excluída. O novo produto protege contra 13 estirpes da bactéria, enquanto a existente no mercado combate sete. No início do ano, a Wyeth, o laboratório farmacêutico que a comercializa pediu autorização à Agência Médica Europeia para a sua introdução no mercado.
A nossa Menina está quase,quase aí:)
Pois é a Meia-Gosma como as" outras" lhe chamam está quase com o pézinho aqui sê bem vinda Loulou :)
Até já!
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Estou nostálgica...
Para a Maysa*
![]()
Tenho o seu carinho e a sua atenção.
Tenho a sua companhia e sua proteção.
Tenho você bem gravadinho,
aqui dentro do meu coração!
Beijinhos e as melhoras :)
Tomada de posse de Obama

Tomada de posse de Obama
Os americanos escolheram "a esperança em vez do medo"(SAPO)
Economia, energia, defesa nacional: pontos-chave do discurso de tomada de posse de Barack Obama. Mas foi a esperança, mais uma vez, o mote dominante nas palavras do 44º Presidente dos EUA. Obama quer voltar a pôr os EUA a liderar o mundo sem vergonha do que fizeram no passado.
Vamos aguardar e ver!!!
Jardim em flor

Jardim em flor, jardim da impossessão,
transbordante de imagens mais informe,
Em ti se dissolveu o mundo enorme,
Carregado de amor e solidão.
A verdura das árvores ardia,
O vermelho das rosas transbordava,
Alucinado cada ser subia
Num tumulto em que tudo germinava.
A luz trazia em si a agitação
De paraísos, deuses e de infernos,
E os instantes em ti eram eternos
De possibilidades e suspensão.
Mas cada gesto em ti se quebrou denso
Dum gesto mais profundo em ti contido,
Pois trazias em ti suspenso
Outro jardim possível e perdido.
Sophia de Mello Breyner Andresen
Entre sombras

Entre sombras
Vem às vezes sentar-se ao pé de mim
- A noite desce, desfolhando as rosas -
Vem ter comigo, às horas duvidosas,
Uma visão, com asas de cetim...
Pousa de leve a delicada mão
- Rescende aroma a noite sossegada -
Pousa a mão compassiva e perfumada
Sobre o meu dolorido coração...
E diz-me essa visão compadecida
- Há suspiros no espaço vaporoso -
Diz-me: Porque é que choras silencioso?
Porque é tão erma e triste a tua vida?
Vem comigo! Embalado nos meus braços
- Na noite funda há um silêncio santo -
Num sonho feito só de luz e encanto
Transporás a dormir esses espaços...
Porque eu habito a região distante
- A noite exala uma doçura infinda -
Onde ainda se crê e se ama ainda,
Onde uma aurora igual brilha constante...
Habito ali, e tu virás comigo
- Palpita a noite num clarão que ofusca -
Porque eu venho de longe, em tua busca,
Trazer-te paz e alívio, pobre amigo...
Assim me fala essa visão nocturna
- No vago espaço há vozes dolorosas -
São as suas palavras carinhosas
Água correndo em cristalina urna...
Mas eu escuto-a imóvel, sonolento
- A noite verte um desconsolo imenso -
Sinto nos menbros como um chumbo denso,
E mudo e tenebroso o pensamento...
Fito-a, num pasmo doloroso absorto
- A noite é erma como campa enorme -
Fito-a com os olhos turvos de quem dorme
E respondo: bem sabes que estou morto!
Antero de Quental
LUA ADVERSA

LUA ADVERSA
Tenho fases, como a lua
Fases de andar escondida,
fases de vir para a rua...
Perdição da minha vida!
Perdição da vida minha!
Tenho fases de ser tua,
tenho outras de ser sozinha.
Fases que vão e vêm,
no secreto calendário
que um astrólogo arbitrário
inventou para meu uso.
E roda a melancolia
seu interminável fuso!
Não me encontro com ninguém
(tenho fases como a lua...)
No dia de alguém ser meu
não é dia de eu ser sua...
E, quando chega esse dia,
o outro desapareceu...
Cecília Meireles
Para Sempre (Drummond)

Para Sempre (Drummond)
Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.
A Um Ausente (Carlos Drummond de Andrade)

A Um Ausente (Carlos Drummond de Andrade)
Tenho razão de sentir saudade,
tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste
e sem te despedires foste embora.
Detonaste o pacto.
Detonaste a vida geral, a comum aquiescência
de viver e explorar os rumos de obscuridade
sem prazo sem consulta sem provocação
até o limite das folhas caídas na hora de cair.
Antecipaste a hora.
Teu ponteiro enloqueceu, enloquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito de mais grave
do que o ato sem continuação, o ato em si,
o ato que não ousamos nem sabemos ousar
porque depois dele não há nada?
Tenho razão para sentir saudade de ti,
de nossa convivência em falas camaradas,
simples apertar de mãos, nem isso, voz
modulando sílabas conhecidas e banais
que eram sempre certeza e segurança.
Sim, tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste
o não previsto nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste, porque te foste.
As sem razões do amor

As sem razões do amor
Eu te amo porque te amo.
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.
Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no elipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.
Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.
Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.
Carlos Drummond de Andrade
Tarde no mar

Tarde no mar
A tarde é de oiro rútilo: esbraseia.
O horizonte: um cacto purpurino.
E a vaga esbelta que palpita e ondeia,
Com uma frágil graça de menino,
Pousa o manto de arminho na areia
E lá vai, e lá segue o seu destino!
E o sol, nas casas brancas que incendeia,
Desenha mãos sangrentas de assassino!
Que linda tarde aberta sobre o mar!
Vai deitando do céu molhos de rosas
Que Apolo se entretém a desfolhar...
E, sobre mim, em gestos palpitantes,
As tuas mãos morenas, milagrosas,
São as asas do sol, agonizantes...
Florbela Espanca
Amor, que o gesto humano na alma escreve

Amor, que o gesto humano na alma escreve
Amor, que o gesto humano na alma escreve,
Vivas faíscas me mostrou um dia,
Donde um puro cristal se derretia
Por entre vivas rosas e alva neve.
A vista, que em si mesma não se atreve,
Por se certificar do que ali via,
Foi convertida em fonte, que fazia
A dor ao sofrimento doce e leve.
Jura Amor que brandura de vontade
Causa o primeiro efeito; o pensamento
Endoudece, se cuida que é verdade.
Olhai como Amor gera, num momento
De lágrimas de honesta piedade,
Lágrimas de imortal contentamento.
Luís de Camões



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