Olá boa tarde a todos, será que alguém nos pode dar noticias da Gigi?
Familiares e Amigos podem escrever qualquer coisa???
Estamos a aguardar anciosamente!
Obrigado e beijinhos
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Gigi,alguém nos dá noticias?
domingo, 11 de janeiro de 2009
sábado, 10 de janeiro de 2009
Parabéns Loulou
![]()
Parabéns pelo seu dia.
Que ao receber essa mensagem
seu coração pulse mais forte,
seus olhos brilhem
e seus lábios sorriam.
Esta é minha forma mais espontânea
e simples para que você
faça desse dia
uma data muito importante
para quem está a sua volta.
Quero encher essa mensagem de flores, sorrisos,
palavras significativas
ao nível da sua bondade.
Quero colocar
dentro desta mensagem
todos os corações que te apreciam,
toda a luz
e paz que você merece.
Que a felicidade te acompanhe sempre
e que ela seja ainda maior
do que já é,
pois é maravilhoso
o bem que você planta
ao longo do seu caminho.
Tenha certeza
que na vida,
no tempo
e na eternidade
Deus te descreve sorrindo
tudo isso que tentei te expressar.
Feliz Aniversário
Gigi

Bem vinda a casa Amiga
Espero que essa ansiedade tenha passado e que faças TUDO o que te fôr recomendado, é muito importante seguír-mos tudo o que nos fôr dito e tu sabes...não deixes a impaciência tomar conta de ti porque vais ter muitoooo tempo para festejar!
Beijokinhas para ti e familia
Menina inglesa nasce sem gene defeituoso do cancro da mama
Menina inglesa nasce sem gene defeituoso do cancro da mama
10.01.2009, Andrea Cunha Freitas e Catarina Gomes
Um teste genético conseguiu reduzir o risco de desenvolver uma doença. A discussão ética sobre os limites desta aplicação já começou
a A menina nasceu em Londres e nunca virá a ter o tipo de cancro da mama que há três gerações afecta mulheres da família do seu pai. É a primeira vez que em Inglaterra nasce uma criança rastreada para um tipo de mutação genética que está na origem de cancro quando era ainda um embrião.
"Esta rapariga não enfrentará a perspectiva de vir a sofrer desta forma genética de cancro da mama e dos ovários na sua vida adulta", disse Paul Serhal, médico que dirige a unidade de procriação medicamente assistida do hospital University College, em Londres. Caso tivesse nascido com a mutação genética BRCA1, este bebé teria 80 por cento de probabilidades de desenvolver uma forma de cancro da mama - responsável por cinco a dez por cento dos casos totais - quando fosse adulta e 60 por cento de hipóteses de vir a ter cancro dos ovários.
Mas o caso veio levantar questões éticas. O que neste caso está em causa não é uma certeza de desenvolver uma patologia, mas um risco de vir a sofrer a doença que, "com medidas de vigilância apertada se pode prevenir", nota Teresa Martins, bióloga do Laboratório de Patologia Molecular do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Coimbra.
"Devo ter filhos?" é uma pergunta que Gabriela Sousa, directora da consulta de risco familiar do IPO de Coimbra, ouve das doentes a quem foi detectada a mesma mutação. "A decisão é pessoal" e a médica limita-
-se a dar-lhes os dados como o facto de terem 50 por cento de possibilidade de transmitir o gene ao filho. Na consulta segue duas irmãs com a mutação. Uma delas tem 32 anos, já teve cancro da mama, decidiu não arriscar ter filhos e está a tentar adoptar. A outra ainda não sabe.
Gestão do risco
Fátima Vaz, responsável da consulta de risco familiar do cancro da mama no IPO de Lisboa, considera "compreensível" que se considere este caso "um sucesso em termos científicos estritos", mas pensa que têm que ser situações excepcionais. A médica percebe a decisão de famílias com vivências traumáticas de cancro, mas sublinha que a gestão de risco, que inclui o teste que detecta a mutação da mulher e a vigilância anual através de exames, não deve servir para evitar que bebés nasçam, mas "para que nasçam e vivam com mais segurança". Se derem positivo à mutação serão vigiados só quando forem adultos (os exames não costumam ser antes dos 25 anos). Na sua opinião, neste caso está em causa "selecção genética" - "seleccionou-se uma pessoa baseada num aspecto" - e pergunta como se pode saber se um embrião que não foi escolhido não seria "mais feliz, um cidadão melhor". Adianta que se abre "um precedente que, no limite, leva à eugenia".
A lei portuguesa permite o diagnóstico pré-implantação com o objectivo de "identificar embriões não portadores de anomalia grave, antes da sua transferência para o útero da mulher". Para Alberto Barros, director do Serviço de Genética da Faculdade de Medicina do Porto, uma mutação genética com 80 por cento de hipótese de resultar em cancro entra na categoria de "anomalia grave". Como sempre que se abre uma porta deste tipo, "é simultaneamente estimulante e perverso, porque pode criar efeitos contrários e excesso de uso". Mas "o espírito do diagnóstico pré-implantação é fazer com que haja menos doenças graves na geração seguinte".
"Onde vamos parar?" - questiona Jorge Pinto Bastos, especialista em Genética Preditiva no Instituto de Biologia Molecular e Celular da Universidade do Porto, adiantando que não tem conhecimento de nenhum caso deste género. "Até agora, estávamos a falar de doenças genéticas ou anomalias nos cromossomas em que o risco de desenvolver uma doença era de 100 por cento. Deixámos este absoluto, este preto e branco, e entrámos agora no território do cinzento." A verdade é que, aberto este precedente, quase tudo é possível. Ou seja, conhecendo a mutação em causa, será possível recorrer a um DGPI para qualquer doença em que se verifique uma predisposição genética? "Teoricamente, sim. Abriu-se uma porta e o mais natural é o leque de doenças a rastrear alargar", diz o especialista, concluindo que "é forçoso promover um grande debate e perceber quais são os limites". Manuel Teixeira, do Serviço de Genética do IPO do Porto, nota ainda: "A definição do risco é subjectiva. Ter cinco por cento de probabilidades de desenvolver uma doença grave pode ser considerado um grande risco". O especialista alerta ainda para os contornos especiais deste caso: trata-se de uma uma doença que só se desenvolve na vida adulta. Por outro lado, se no cancro da mama é possível recorrer a rastreio e prevenção, no caso do cancro do ovário (que também está associado a este gene) não existe nenhuma forma de o rastrear.
É uma arma que pais passam a ter ao dispor para evitar que criança venha a nascer com uma mutação, constata Jorge Espírito Santo, presidente do colégio da especialidade de Oncologia da Ordem dos Médicos, que não vê aqui qualquer problema ético. O que esta técnica não pode nem deve é ser generalizada, avisa. Finalmente, Vasco Almeida, docente de Genética na Universidade do Porto, resume: "É um avanço eticamente discutível e excelente em termos científicos". com Alexandra Campos
O especialista Alberto Barros comenta o avanço científico: "É simultaneamente estimulante e perverso"
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Nossos Pais descobrem que um ser está para nascer e trazer as suas vidas um brilho de luz.
A cada sorriso, palavra, olhar ou suspiro, um rio de lágrimas parece inundar seus olhos de alegria e paz.
Nos tornamos adolescentes e a busca pela independência é cada vez mais clara. A nossa vontade de conquistar espaço nos distância de quem sempre nos amará, esquecemos a família. Esquecemos de dizer o quanto os amamos.
Mas um dia nossos entes queridos se vão. Quando menos esperamos e sem nenhum aviso, Deus tira de nós o que mais amamos.
Em nosso peito apenas a dor de um punhal que a cada "meus pêsames" parece pesar.
Nossos pensamentos divulgam para cada gota de sangue em nosso corpo a culpa de nunca ter dito: "te amo"; "preciso de você", "estou sempre aqui", "me preocupo", e como se não bastasse vem à frase mais forte "a culpa foi minha".
Nossos sonhos caem por terra, nossa independência parece perder a importância.
E a resposta para essa dor? O tempo e uma certeza:
Quando amamos transmitimos em pequenos atos e gestos, e as palavras não importam mais; quando precisamos de alguém, sentimos sua presença, e as palavras não têm mais sentido; quando nos sentimos sós e abandonados, surge uma palavra ou um gesto e descobrimos que nunca estaremos sós.
E a culpa? A culpa é da vida que tem inicio, meio e fim. A nossa culpa está apenas em amar tanto e sentir tanto perder alguém.
Mas o tempo é remédio e nele conquistamos o consolo, com ele pensamos nos bons momentos. E com um pouco mais de tempo, transformamos nossos entes queridos em eternos companheiros.
Nossos sonhos ganham aliados, nossa independência ganha acompanhantes, nossa vida conquista anjos. E no fim apenas a saudade e uma certeza:
Não importa onde estejam, estarão sempre connosco.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Boa noite estive com a Gigi

Boa noite, hoje fui fazer o Herceptin e claro estava ali ao lado fui ver a Gigi, estava sózinha e tinha boa carinha só tinha os olhitos inchados perguntei se tinha chorado disse que não que era de dormir pq tinha passado a noite de diarreia e não tinha conseguído descansar. em principio vai pra casa 6ª feira :) mas está numa ansiedade muito grande, quase desesperada por saír dali eu entendo a situação dela mas agora foi o que lhe disse é só mesmo mais um bocadinho, ela também o sabe mas diz que faz parte da natureza dela e é mais forte que ela, mas ela vai ser forte como até aqui e ter paciência pq tudo está a correr muito bem, as análises estão óptimas portanto é dar graças a DEus por a ter iluminado para seguír o caminho que lhe destinou e ela(Gigi) soube interpretar muito bem! É nisso que eu acredito!
Quando terminei o tratamento voltei para dar mais um jinho de despedida ;)
E estas são as noticias da Menina Gigi :)
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
4ª feira vou fazer o segundo Herceptin

Amanhã ás 17h20 lá vou eu fazer o meu 2º Herceptin :p por enquanto ainda conto mas vai chegar uma altura que possivélmente já nem ligo :) a ver se tenho tempo de ir dar um jinho á Gigi ;)
Boa noite durmam com os Anjos,beijinhos!













