terça-feira, 25 de novembro de 2008

O meu antes....







Quadros , Ponto Cruz e não só as fotos tão uma treta
















+ uns quadros











Tou com insónias :p deixo aqui alguns trabalhos feitos por mim

Estes foram para o Tiago de seis anos e Irina de 4 anos os meus Amiguinhos :)



domingo, 23 de novembro de 2008

HOJE NA RTP1 VEJAM O TELEJORNAL DAS 20,00 HORAS VÃO APARECER UMAS VEDETAS QUE SÂO NOSSAS AMIGAS!!!



HOJE NA RTP 1 VEJAM O TELEJORNAL DAS 20,00 HORAS VÃO APARECER UMAS VEDETAS QUE SÂO NOSSAS AMIGAS!!!
FALTAM AQUI MAIS ALGUMAS FOTOS DAS PARTICIPANTES DO GRUPO DE TEATRO" http://equemnaotemcao.blogspot.com/ " MAS COMO AINDA NÃO TIVE O PREVILÉGIO DE AS CONHECER NÂO TENHO FOTOS :(
BEIJOS

Este Sábado foi o 8º Encontro das Amigas do Peito e do Coração desta vez em Beja


sabado - Recados Para Orkut

Este Sábado foi o 8º Encontro das Amigas do Peito e do Coração mais os seus Emplastros, desta vez em Beja. A Anfitriã foi a Isa e o almoço num Restaurante muito simpático e com espaço suficiente para nos esticarmos ;) comemos,bebemos,falámos,fotografamo-nos enfim...um dia muito agradável, depois de tanta ansiedade pelo encontro passou tão rápido :( o que é bom acaba depressa!
Vim de baterias carregadas e com a Alma revigorada. Por vezes penso e olhem que sou perigosa quando penso...realmente o que tem que ser tem muita força, num momento da minha vida menos bom lembrei-me de procurar na Net depoimentos de pessoas que viveram ou estavam a viver o mesmo que eu naquele momento e encontrei o Blog da Isa "retrato iluminado" que logo me apresentou ás outras Meninas e a partir daí fuí entrando devagarinho, outras Ninas vieram depois de mim e "infelizmente" pela parte da doença outras virão,e muitas estão por Amizade e Solidariedade, mas na vida tudo tem um sentido e estava escrito que nos iríamos encontrar um dia mesmo que tenha sido pelo motivo que foi!
Estou grata por nos termos cruzado somos muitas mas uma só,é uma por todas e todas por uma!
Ás Meninas que não puderam estar presentes tive-as sempre no coração e na minha mente, quando cantámos o hino era para nós e vós que cantava e no próximo encontro o 9º vamos estar todas juntas e cantá-lo de novo!!!!
Obrigado por fazerem parte da minha Vida!
Beijokas e continuação de bom fim de semana!!!!


Vida - Recados Para Orkut


quinta-feira, 20 de novembro de 2008

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Cancro do colo do útero pode ser evitado



Cancro do colo do útero pode ser evitado
O cancro do colo do útero pode ser evitado em 95% dos casos. É, alías, o único cancro que pode ser evitado através de rastreio e vacinação. Entrevista a Philip Davies, da Associação Europeia Contra o Cancro do Colo do Útero
Todos os anos, 50 mil mulheres na Europa desenvolvem cancro do colo do útero e 25 mil morrem desta doença. Em Portugal, o flagelo atinge 950 mil mulheres anualmente e cerca de 450 mil morrem de cancro do colo do útero (CCU). Esta patologia afecta, sobretudo, as mulheres mais jovens, surgindo a maioria dos casos entre os 30 e os 50 anos de idade. Causado pelo Vírus do Papiloma Humano (HPV), este é o único cancro que pode ser evitado, através do rastreio ginecológico e, mais recentemente, através da vacinação. Conjuntamente, estas duas medidas conseguem prevenir 95 por cento dos casos.

Todas as mulheres deverão realizar uma citologia (exame de Papanicolau) a cada três anos, a partir dos 25 anos. A vacina, que em Potugal é introduzida no Serviço Nacional de Saúde em 2008, destina-se apenas a jovens, pois é nessa altura que ela também é mais eficaz. De acordo com a Direcção-Geral da Saúde, a vacina vai ser administrada gratuitamente este ano às jovens nascidas em 1995. Em 2009, serão vacinadas as jovens nascidas em 1996.

Philip Davies, director-geral da Associação Europeia Contra o Cancro do Colo do Útero (ECCA – European Cervical Cancer Association) esteve em Portugal no decorrer da Semana Europeia de Prevenção do Cancro do Colo do Útero (20 a 26 de Janeiro) e falou ao SAPO Saúde sobre a falta de informação que persiste junto da população e as medidas a tomar pelas mulheres e governos de cada país para travar este cancro.

O que é necessário fazer para combater o cancro do colo do útero?

Actualmente, já temos meios para prevenir cerca de 95 por cento dos casos de CCU e isto não é possível com mais nenhum tipo de cancro. Para isso, têm de ser organizados pelos governos nacionais programas de rastreio eficazes, que serão capazes de prevenir 80 por cento das situações. E se juntarmos a isto novas tecnolgias, como a vacina contra o HPV e como novas formas de rastreio que detectam o vírus do HPV, poderemos eliminar cerca de 95 por cento dos casos de cancro do colo do útero.

A vacinação vai arrancar em Portugal em 2008. Mas esta medida, por si só, não é suficiente?

A vacinação é uma parte da resposta, mas não resolve todo o problema. A vacinação reduz o risco de CCU em cerca de 70 por cento, mas não elimina o risco. A vacina protege contra os tipos mais comuns de HPV e não contra todos. Por isso, é necessário alertar as pessoas para o facto de que, mesmo vacinadas, deverão fazer o rastreio periodicamente, a partir dos 25 anos de idade. E todas as mulheres que tenham actualmente mais de 25 anos deverão fazer o rastreio periódico. Este reduz o risco em 80 por cento dos casos. A vacina não é muito eficaz em mulheres mais velhas. A altura mais eficaz é quando é administrada na adolescência, antes de iniciarem a vida sexual, pois, uma vez expostas aos vírus, a vacina já não produzirá efeito.

O teste cervical realizado actualmente permite encontrar as células cancerosas no seu estádio inicial, não é?

O teste tradicinalmente realizado é o conhecido como teste de Papanicolau. Mas este vai gradualmente ser substituído por outros que detectam, de facto, o vírus que causa o CCU. As amostras são recolhidas da mesma forma que o Teste de Papanicolau. São recolhidas células do colo do útero e procura-se aí o vírus que poderá vir a desenvolver CCU. É mais eficaz, porque permite decobrir o vírus antes de se desenvolver o problema.

Disse que existem meios ao dispôr que permitem evitar 95 por cento dos casos de CCU. Porque é que não são aplicados?

Julgo que é uma questão de consciência do problema. A partir do momento em que os políticos e autoridades de saúde compreenderem o potencial destes meios será algo a que terão de dar prioridade. Acho que o principal problema é que todos os governos estão preocupados com o dinheiro, porque implementar programas eficazes de rastreio aliados a progrmas de vacinação é uma proposta muito cara. Eu acho que Portugal até está numa situação ímpar, porque pode aceder a fundos estruturais da Comissão Europeia. Existem muitos fundos disponíveis, que não pagarão todos os custos, mas contribuirão substancialmente para o desenvolvimento destes programas. Existem 11 mil milhões de euros para projectos na área da saúde, esecialmetne para regiões como Portugal, Espanha e Itália, onde as médias em algumas áreas da saúde se encontram abaixo das europeias. Estes fundos estão dispon´veis e Portugal deveria apreveita-los para implementar estes programas. Também é preciso alertar os polítcios para a existência desta verba.

Já existem países a vacinação já esteja a ser aplicada?

Só recentemtente. A Itália arrancou agora em Janeiro com um programa de vacinação nas escolas, França, Portugal e Reino Unido vão arrancar em Setembro também com programas de vacinação nas escolas. Como são propostas muito caras, estão a ser muito consideradas pelos governos. Querem ter a certeza de que vão resultar antes de gastarem o dinheiro.

As pessoas não estão conciencializadas para o problema do CCU?

Não. As pessoas não estão alertadas para a prevenção do cancro do colo do útero. Esse é um dos grandes problemas que temos. As pessoas não sabem o que fazer para impedir o CCU, apesar de ser algo muito simples. Elas têm de fazer o rastreio. Mas sem mobilizar a população temos outro problema: sabemos o que fazer, mas as pessoas não participam. Por isso, temos de criar conciencialiação e é aqui que a Internet entra.

Que papel a Internet pode ter na divulgação de informação sobre CCU?

A Internet é um meio fabuloso para transmitir esta mensagem às pessoas, especialmente à camada mais jovem. Uma das ferramentas que lançámos para conciencializar a população foi uma petição online. Estamos a tentar que as pessoas assinem essa petição, pois, segundo o Acordo de Lisboa, se uma petição atingir o número de um milhão de assinaturas, a Comissão Europeia terá de agir sobre essa questão. Esta petição visa não só impelir a Comissão Europeia, mas também os governos nacionais a implementarem programas de prevenção organizados, que incluem a vacinação e o rastreio. Na Linha do Cancro do Colo do Útero, além das informações disponiblizadas, as pessoas vão poder colocar online questões específicas que tenham. Isso é excelente. É uma ferramenta muito útil. No site da ECCA, também poderão encontrar muita informação.

Sónia Santos Dias

25 de Janeiro de 2008

Novo livro defende que a nutrição ajuda na recuperação de 85% dos doentes oncológicos




Novo livro defende que a nutrição ajuda na recuperação de 85% dos doentes oncológicos
"Alimentação para o Doente Oncológico" sublinha a importância da nutrição para aqueles que sofrem de cancro

A desnutrição é um problema grave para quem sofre de cancro. A doença e os tratamentos podem contribuir para falta de apetite, alterações no gosto e cheiro dos alimentos e mesmo repugnância por algumas comidas. Como consequência, 65 a 70% dos doentes oncológicos podem vir a perder peso de forma significativa. Sem o acompanhamento nutricional adequado, o seu estado geral deteriora-se, levando à desnutrição, limitações na capacidade funcional e pior qualidade de vida. Estas são as principais conclusões da reunião técnica de apresentação do livro "Alimentação para o Doente Oncológico", promovida pela Bayer Schering Pharma, que tem como autoras a Professora Doutora Paula Ravasco e Professora Doutora Maria Ermelinda Camilo.

«Todos os anos são diagnosticados 30 mil novos casos de cancro em Portugal. Uma patologia que pode ser evitável em 50%, através de uma alimentação equilibrada e adopção de estilos de vida saudáveis. Para os doentes oncológicos, o aconselhamento e acompanhamento nutricional individualizado é fundamental para a recuperação. Caso contrário, podem acabar por morrer de desnutrição e não da doença», defende a Professora Doutora Isabel Monteiro Grilo, Directora do Serviço de Oncologia e Radiologia do Centro Hospitalar Lisboa Norte (Hospital Santa Maria e Pulido Valente).

Os tratamentos de quimioterapia e/ou radioterapia estão associados a efeitos secundários que podem ir desde: dificuldade em engolir, dor ao mastigar, aftas na boca e garganta, falta de apetite, náuseas e vómitos. «Uma alimentação equilibrada e adaptada a cada caso ajuda o organismo a tolerar melhor os tratamentos, contribuindo para reduzir a morbilidade e potencialmente melhorando a resposta às terapêuticas. De acordo com ensaios clínicos que temos vindo a realizar, há uma melhoria efectiva em 85% dos casos», explica a Professora Doutora Paula Ravasco, Nutricionista e Investigadora no Instituto de Medicina Molecular da Universidade de Lisboa.

A nutrição influencia o processo de tratamento, sendo que em doentes muito debilitados pode ser necessário interromper o tratamento por intolerância marcada. Sendo a única coisa que o doente pode controlar, a alimentação é considerada como essencial para manter uma vida activa e conseguir enfrentar os efeitos secundários das terapêuticas. Desta forma, o aconselhamento nutricional deve ser integrado no tratamento global da doença oncológica, sendo revista regularmente e adequada aos hábitos e preferências do doente, estado nutricional, sintomas e patologia. Nos casos em que ocorre perda de peso significativa, o reforço da dieta em alimentos calóricos e protéicos é uma estratégia importante para fazer a diferença entre a morbilidade e qualidade de vida.

2008-10-29

Cientistas criam tomate roxo que "pode evitar o cancro"

Cientistas criam tomate roxo que "pode evitar o cancro"
Novo tomate desenvolvido por cientistas britânicos com genes da planta boca-de-dragão
Uma equipa de cientistas britânicos desenvolveu um tomate roxo que, segundo defendem, poderá ajudar a prevenir o cancro, divulgou a edição on-line da BBC Brasil. A fruta é rica num pigmento antioxidante chamado antocianina - encontrado também em frutas como amoras -, conhecido por ajudar a desacelerar o crescimento de células cancerígenas.

Um equipa do John Innes Centre, em Norwich, na Inglaterra, desenvolveu os tomates roxos ao incorporar genes da planta boca-de-dragão, rica em antocianina. A antocianina foi acumulada nos tomates em níveis mais altos do que os atingidos anteriormente e deu à pele e à polpa da fruta uma cor roxa intensa. O estudo foi publicado na revista científica "Nature Biotechnology".

Os pesquisadores realizaram testes com ratos criados para serem susceptíveis ao cancro. Os animais que tiveram a sua dieta complementada com os tomates roxos viveram mais tempo do que os que comeram tomates vermelhos.

«Este é o primeiro exemplo de um organismo geneticamente modificado com um elemento que realmente oferece um benefício potencial a todos os consumidores», disse a investigadora Cathie Martin. O próximo passo será testar os tomates roxos em voluntários humanos.

E acrescenta que «a maioria das pessoas não come cinco porções de frutas e legumes por dia, mas beneficiarão mais das porções que comem se frutas e legumes puderem ser cultivados com níveis mais altos de compostos activos», disse Martin.

Lara Bennett, da organização Cancer Research UK elogiou a pesquisa, mas disse que é ainda «muito cedo para dizer se a antocianina obtida através da dieta pode realmente reduzir o risco de cancro».

Paul Kroon, do Instituto Food Research, em Norwich, disse que o estudo é «importante», mas que seria errado assumir que os resultados obtidos em ratos serão os mesmos obtidos em humanos.

Já a nutricionista Anna Denny, da British Nutrition Foundation, disse que não há uma «fórmula mágica» contra doenças do coração e cancro.

«Frutas e legumes com níveis mais altos de componentes saudáveis não devem ser vistos como um substituto para uma dieta saudável equilibrada», afirmou.

2008-10-29

Pouco sono pode aumentar risco de cancro de mama

Pouco sono pode aumentar risco de cancro de mama
Estudo japonês indica que poucas horas de sono podem aumentar a hipótese de contrair cancro de mama
Mulheres que regularmente dormem seis horas ou menos por noite podem aumentar em mais de 60% o risco de contrair cancro de mama, segundo um estudo de investigadores japoneses divulgado pela edição on-line da BBC Brasil.

O estudo, realizado por uma equipa da Tohoku University Graduate School of Medicine de Sendai, no Japão, foi publicado na revista académica "British Journal of Cancer". Os cientistas analisaram os hábitos de quase 24 mil mulheres com idades entre 40 e 79 anos durante oito anos. Nesse período, 143 foram diagnosticadas com cancro de mama.

Os investigadores descobriram que aquelas que dormiam regularmente seis horas ou menos por noite tinham 62% mais hipótese de ter cancro de mama comparado com as que dormiam regularmente sete horas. Além disso, mulheres que dormiam, em média, nove horas por noite tinham 28% menos hipótese de contrair o tumor.

Os cientistas acreditam que a ligação pode estar na hormona melatonina, produzida pelo cérebro durante o sono para regular o relógio interno do corpo. A melatonina teria um papel importante na prevenção do cancro de mama ao controlar a quantidade de hormonas sexuais que é libertada.

Os investigadores afirmam, no entanto, que não tiveram informações sobre a qualidade do sono das mulheres, o uso de remédios para dormir ou a presença de problemas na hora de dormir.

A organização Cancer Research UK disse que «um número crescente de estudos» aponta para uma ligação entre falta de sono e câncer.

«A evidência actual sugere que os hábitos na hora de dormir podem ter um pequeno efeito no risco de cancro de mama», disse Henry Scowcroft, da Cancer Research UK ao jornal Daily Mail. «Mas ainda é muito cedo para dizer se esse efeito é importante quando comparado com outros factores de risco no estilo de vida, como peso, exercícios e consumo de álcool», concluiu.

2008-11-05

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