quinta-feira, 13 de agosto de 2009
VANDAAAAAAAAAAAAAAAAAAREIS
Esperança
Ainda que os teus passos pareçam inúteis, vai abrindo caminhos, como a água que desce cantando da montanha. Outros te seguirão...
(Saint-Exupéry)
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Calor
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.
Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um de outro se há-de lembrar.
Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.
Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.
Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente.
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.
Há duas formas para viver a sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.
Albert Einstein
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Ontem

Ontem fomos a uma festa que durou desde a manhã até á meia-noite mais coisa menos coisa :) foi muito bom estar com os nossos Amigos que só vemos durante as férias de Verão ou se nós lá formos ter com eles visto que moram longe.
Foi um Batizado da filhota dum desses Amigos e o meu Fotógrafo Particular como algumas Ninas chamam tirou-me fotos deixo aqui algumas para verem :p
para as mais cuscas é...repeti o vestido só o tinha vestido na estreia do Rosa, Esperança...tenho mais mas gosto deste! :p
Beijinhos e tenham uma semana maravilhosa!
sábado, 8 de agosto de 2009
Um dos mais célebres representantes da velha geração de humoristas portugueses*

Um dos mais célebres representantes da velha geração de humoristas portugueses
Raul Solnado, a vida não se perdeu*
08.08.2009 - 17h54 Alexandra Prado Coelho
Raul Solnado, que morreu esta manhã, deixou gravado um último trabalho para a televisão: "As Divinas Comédias", uma série de quatro programas produzida pelas Produções Fictícias e pela Até ao Fim do Mundo, para a RTP 1, apresentada por Bruno Nogueira e Raul Solnado – a mais jovem e a mais antiga gerações do humor em Portugal. O primeiro irá já hoje para o ar, logo a seguir ao Telejornal.
Seria uma história do humor em Portugal contada por um dos seus principais protagonistas. Nascido em Lisboa em 1929, Solnado começou a carreira como actor no teatro amador, na Sociedade Guilherme Cossul, em 1947. Numa entrevista a Duarte Mexia, na "Pública", em 2002, conta como tentou ainda trabalhar na loja de móveis do pai, em frente à penitenciária – "não sabia o que queria ser na vida, sabia que queria ser actor, mas era uma coisa muito vaga". Mas já nessa altura aproveitava todas as oportunidades para ir ver os espectáculos dos seus ídolos, Vasco Santana, João Villaret, António Silva, Laura Alves.
Quando começou a fazer teatro amador todas as dúvidas desapareceram, e acabou por comunicar ao pai: "olhe pai, vou para o teatro". Foi. Em 53 estreou-se na revista com "Viva o Luxo", no Monumental. E no final da década no cinema com os filmes "Sangue Toureiro" e "O Tarzan do Quinto Esquerdo".
Conta, na mesma entrevista, que no princípio do seu trabalho na revista dizia "pouco mais do que meia dúzia de frases", e que foi o actor António Silva, que "era muitíssimo tímido", que lhe começou a achar piada e a puxar por ele. Mas o grande sucesso surgiu em 1961, com as rábulas e, sobretudo, com "A Guerra de 1908", um texto espanhol adaptado para português por Solnado. A história de um soldado que vai "bater à porta da guerra", editado em disco em 1962, torna-se um "best-seller".
Foi, recordava Solnado, "um grande salto, ‘o pulo do gato’", e, subitamente, uma popularidade "asfixiante" – tão asfixiante que o humorista teve que ir para o Brasil para poder respirar. "Eu ligava o rádio e lá estava eu a contar histórias. As pessoas convidavam-me para jantar e lá estava o disco, para eu ouvir. Sentia-me perseguido por mim mesmo".
O sucesso não se devia apenas ao facto de ser um texto “fabuloso”. Portugal estava em plena guerra colonial e, mesmo falando sobre outra guerra, "o texto foi como um grito", e Solnado achava estranho que a censura na época o tivesse deixado passar. "Os militares nos combates que tinham diziam as minhas frases, era como uma libertação". Havia nesta história de uma guerra que fechava à hora marcada um lado de "nonsense" "que em Portugal nunca se tinha ouvido". A popularidade foi tal que Solnado brincava dizendo que era “uma vítima da guerra".
O ano de 62 continuou a correr bem. Venceu o Prémio de Imprensa para melhor actor de cinema. Em 63 o sucesso continuou com o espectáculo Vamos contar Mentiras, com Florbela Queirós e Armando Cortês. O público era exigente. Mais do que exigente: "Quando a peça acabava exigiam que eu contasse mais histórias. [...] Um dia não contei, estava cansado ou doente, já não sei, e apedrejaram-me a carrinha. Foi horrível".
Na ressaca do sucesso da "guerra", Solnado regressou ao Brasil – onde tinha tido uma experiência falhada em 1958 – e desta vez as coisas correm muito melhor. "Entrei pela porta grande".
Em 1964 o actor e humorista tornou-se empresário, fundando o Teatro Villaret – na peça de estreia, em 1965, "O Impostor-Geral" foi o protagonista. Passou a fazer tudo como queria – “escolhia desde o tecido, a cor da tinta para escrever a peça, como se traduz, até à forma como se fazia a publicidade do lançamento” – mas pagou um preço, com os credores a baterem-lhe à porta.
Os textos humorísticos continuavam a ser editados em disco: Chamada para Washigton (em 1966), Cabeleireiro de Senhoras (68), e no início de 69 a compilação O Irresistível Raul Solnado.
É então que surge o segundo momento marcante da carreira: o programa Zip-Zip, gravado no Teatro Villaret, apresentado por Solnado, Fialho Gouveia e Carlos Cruz, muda a televisão em Portugal. Dura apenas sete meses, mas, em plena primavera marcelista, é uma “pedrada no charco”. “Pela primeira vez um programa de televisão marcava a agenda das conversas dos portugueses”, recordava Adelino Gomes no Público em 2002.
O primeiro Zip-Zip foi gravado num sábado, 24 de Maio "perante uma plateia de amigos e curiosos que compraram um bilhete de entrada por dez escudos". A crítica não poupou os elogios, e os autores recebem agradecimentos de pessoas na rua. Intelectuais, escritores, artistas, figuras que nunca tinham tido oportunidade de falar na televisão, passaram pelo palco do Villaret naqueles sete meses que durou o programa cujo nome foi inventado por Solnado durante uma viagem ao Porto – um nome que era bom "precisamente porque não queria dizer nada". E se na primeira gravação foi preciso convidar pessoas para assistir, nos seguintes os bilhetes esgotavam-se com enorme antecedência. E as ruas de Lisboa ficavam vazias às segundas-feiras à noite.
O sucesso televisivo volta a repetir-se (embora com um impacto diferente, porque por essa altura Portugal já tinha mudado) em 1977 com o programa A Visita da Cornélia, em que a interlocutora de Solnado era a vaca Cornélia.
Solnado continua a fazer teatro – "Há Petróleo no Beato" (1981) é um imenso sucesso – ao mesmo tempo que mantém presença na televisão. Novamente com os amigos Fialho Gouveia e Carlos Cruz apresenta o programa O Resto São Cantigas, em que se recordam músicos da época áurea da música ligeira portuguesa, e mais tarde apresenta o concurso Faz de Conta. É protagonista da "sitcom" "Lá Em Casa Tudo Bem", mas é no filme "A Balada da Praia dos Cães" (1987), de José Fonseca e Costa, que revela o seu extraordinário talento como actor dramático.
Em 1991 publica a sua biografia, "A Vida Não Se Perdeu", escrita por Leonor Xavier (que foi sua mulher durante 15 anos). Em 93 participa, ao lado de Eunice Muñoz na telenovela "A Banqueira do Povo" e continua a fazer teatro – nomeadamente a peça "O Magnífico Reitor" (2001), de Freitas do Amaral.
Numa homenagem, em 2002, no Festival Internacional de Humor de Lisboa, no Tivoli, Carlos Cruz agradeceu ao amigo. "Não temos o direito de lhe exigir nada porque ele nos deu tudo", disse. "Cinquenta anos, Raul, não é nada. É o teu princípio". Seis anos depois, a nova geração do humor em Portugal ainda teve a ajuda dele para a ajudar a contar a história.
Notícia actualizada às 18h40
* título da biografia do actor e humorista escrita por Leonor Xavier e publicada em 1991
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Guia de Recursos da Comunidade no Apoio à Pessoa com Doença Oncológica
É com muito orgulho que vejo o Projecto Luz referenciado no Guia de Recursos da Comunidade no Apoio à Pessoa com Doença Oncológica.Este trabalho foi elaborado por uma enfermeira (NOSSA AMIGA) para o seu Curso de Pós-Graduação em Enfermagem Médico-Cirúrgica que realizou na Escola Superior de Saúde de Setúbal - a Carla Damásio.
Procurem a pág. 47...
Retirei do Blog da Nela: http://maisumbocadinho.blogspot.com/2009/08/guia-de-recursos-da-comunidade-no-apoio.html
Cliquem em cima do link e no Blog conseguem abrir e ter acesso ao Guia.
É muito importante saber que existem pessoas que se preocupam com o bem estar dos doentes Oncológicos.
Obrigado!
FELIZ ANIVERSÁRIO RUI GERMANO
FELIZ ANIVERSÁRIO RUI GERMANO!
Que esta data se repita por muitos anos com muita saúde e junto daqueles que Ama!
E agradeço os momentos que passei consigo e com elenco Rosa, Esperança...nunca desista dos seus sonhos!
Um beijinho e abraço da Lina e Kim
"Os homens têm medo de realizar seus maiores sonhos porque acham que não o merecem, ou não vão conseguir!
Mas o medo não é uma coisa concreta. Ele está em seus corações!!
Os corações morrem de medo só de pensar em amores que partiram para sempre... Em momentos que poderiam ter sido bons e não foram...
Quando isso acontece, acabamos sofrendo muito e o coração tem medo de sofrer.
Mas o medo é pior que o próprio sofrimento.
Nenhum coração jamais sofreu quando foi em busca de seus sonhos, porque cada momento de busca é um momento de vida, de energia, de encontro com Deus e com a eternidade.
Então... Ouça seu coração!
Ninguém consegue fugir dele.
Por isso, é melhor escutar o que ele fala para que não venha um golpe que você não espera, porque você jamais vai conseguir mantê-lo calado.
Mesmo que finja não escutar o que ele diz, ele estará dentro do seu peito, repetindo o que pensa sobre a vida e o mundo...
O dia inteiro...
O tempo todo...
Ainda bem!
Por isso, ouça o seu coração! "
(Paulo Coelho)
Braquiterapia

Braquiterapia
A braquiterapia consiste em um procedimento minimamente invasivo, através do qual o médico implanta minúsculas sementes radioativas (com aproximadamente a dimensão de grãos de arroz) permanentes na próstata. Estas sementes irradiam o câncer a partir do interior da glândula. As sementes implantadas são suficientemente pequenas para que o paciente não as sinta. Dependendo das circunstâncias em que se encontra, será utilizado iodo radioativo (I -125) ou paládio (Pd-103). A braquiterapia também é denominada de terapia de radiação intersticial ou terapia com implante de sementes.
As sementes são implantadas sob anestesia, através de agulhas que são inseridas pela pele do perineu (área entre o escroto e o anús) recorrendo-se a orientação ultra-sónica. As sementes permanecem na próstata, onde o material radioativo emite uma radiação localizada durante determinado número de meses visando a destruição do câncer de próstata.
implante de sementes é um tratamento eficaz para homens com câncer de próstata localizado e não requer qualquer incisão cirúrgica proporcionando aos pacientes um curto período de recuperação. A braquiterapia pode ser um procedimento sem internamento pois a maioria dos indivíduos recebem alta no mesmo dia do tratamento e podem retomar suas atividades normais alguns dias após o tratamento.
Quando se utiliza a braquiterapia?
A braquiterapia é uma opção para os pacientes com câncer de próstata localizado (limitado ao órgão). Recentes avanços tecnológicos disponibilizaram versões de sementes que permitem aos médicos uma inserção segura em torno e na região adjacente à próstata.
O interesse na braquiterapia tem sido intenso ao longo das últimas décadas, demonstrando-se que a terapia por radiação é eficaz no tratamento do câncer de próstata
Eficácia da braquiterapia
Em2004 foram apresentados dados recolhidos ao longo de 15 anos os quais demonstravam que a braquiterapia é eficaz no tratamento do câncer de próstata. Estes dados foram relatados no Encontro Anual da American Society of Clinical Oncology 2004 por John E. Sylvester, MD durante a apresentação Câncer Genitourinário (Próstata) (debate do Poster). Além disso, a publicação de dados recolhidos ao longo de 12 anos demonstraram que as taxas de sobrevivência sem doença ficaram entre 81% e 93%.*
Posteriores avanços na tecnologia da braquiterapia, tais como a introdução de sementes entrançadas, possibilitam uma maior precisão na inserção das sementes. Os produtos entrançados para braquiterapia possibilitam que as sementes permaneçam com maior segurança nos locais onde são implantadas e que apliquem a radiação com eficácia, conforme previsto pelo médico.
*12-Year Outcomes Following Permanent Prostate Brachytherapy in Patients with Clinically Localized Prostate Cancer. Louis Potters, et al. The Journal of Urology Vol 173 (2005) 1562-1566
Riscos da braquiterapia
Com o procedimento de braquiterapia, as probabilidades de se desenvolver impotência ou incontinência são inferiores em comparação aos outros tratamentos.
Período de recuperação após braquiterapia
A braquiterapia é um procedimento que possibilita ter alta no mesmo dia, e que demora aproximadamente uma hora. Geralmente, a recuperação leva apenas um ou dois dias, e a maioria dos pacientes retomam as suas atividades normais em poucos dias. Os médicos recomendam que se aguarde cerca de duas semanas antes de se retomar a atividade sexual.
Efeitos secundários da braquiterapia
A braquiterapia pode ter alguns efeitos secundários mínimos, tais como sensação de ardência durante a micção ou a ejaculação e um aumento da frequência urinária. Geralmente, estes sintomas são solucionados com tratamento de suporte e desaparecem com o tempo. Em alguns pacientes, podem verificar-se dificuldades temporárias de micção por um período que pode ser de algumas semanas ou de alguns meses após o implante.
Fármaco para o cancro da mama combate infecção fúngica

Fármaco para o cancro da mama combate infecção fúngica
Estudo publicado na "Antimicrobial Agents and Chemotherapy"
Um fármaco utilizado para a prevenção do cancro da mama recorrente mostrou ser eficaz no tratamento de infecções fúngicas, sugere um estudo realizado pela University of Rochester Medical Center.
Investigadores da University of Rochester Medical Center, em Nova Iorque, EUA, descobriram que a administração do fármaco tamoxifeno a ratinhos infectados com Candida conduzia à morte deste fungo. Infecções por este fungo podem ser fatais para indivíduos imunocomprometidos, incluindo aqueles que sofrem de cancro ou de SIDA e ainda aqueles que tomam imunossupressores para as doenças crónicas.
O estudo revelou que a administração de tamoxifeno em doses muito elevadas diminuía o número do fungo em 150 vezes, causando o rompimento e a morte das células fúngicas. Por outro lado, as células sobreviventes perdiam a capacidade de causarem doença.
O autor do estudo, Damian Krysan, explicou que a maioria da medicação antifúngica só atrasa o crescimento do fungo, o que dificulta o tratamento destas infecções nos indivíduos imunocomprometidos.
Apesar dos resultados promissores, Damian Krysan faz a ressalva de que será necessário prosseguir com mais estudos, de forma a perceber se o tamoxifeno poderá ser utilizado em doses mais elevadas ou em combinação com outros tratamentos.
ALERT Life Sciences Computing, S.A
01 de Agosto de 2009











