Olá boa meninas, boa noite!
Como vão??
Amanhã vou fazer a minha 5ª quimio que seca...
Mas vendo pelo lado bom fica a faltar só umaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!
Se estiver bem venho cá dar-lhes um jinho.
Boa noite e bjokas
Lina
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Amanhã 5ª quimio
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Hoje faço anos ihihihih...
Pois é!!
Hoje faço 43 anos e ainda me sinto uma miúda, hoje é mais um dia que apesar de estar a correr bem sinto a falta daquele porto de abrigo, a casa da minha Mãe e o telefonema dela ás 12h,03 m que foi a hora que nasci e tanto a minha querida Mãe fazia questão de ligar na hora certinha.Mas a vida segue caminho e as saudades estão no lado esquerdo do meu peito!
Beijinhos para todas!
Lina
Rosas para a minah MÂE
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Olá boa noite!
Olá a todas!
Já cheguei ao meu local eleito para férias aqui o Luar é mais brilhante e o Sol mais colorido. Estou sem sono e como trouxe o portátil vim aqui um bocadinho não está ninguém on-line para dar ao "dedo" ihihiihi...aqui já dormem eu como sempre quanto mais cansada e exitada menos sono tenho ou mais me custa adormecer...não sei...
Ainda não espreitei a praia só tivemos tempo para descarregar o carro, fazer algumas compras e preparar um belo churrasco na companhia do meu marido como é lógico do meu irmão, cunhada e os meus sobrinhos lindosssss...cada ano estão mais bonitos e não é uma tia babada a falar toda a gente o diz!!! ihihihiihi...
Os meus Gatos o Francisco e a Mafalda é que está mais complicado não estão habituados a crianças e mudança de casa já sei que vão ser umas noitinhas mal dormidas mas tem que ser para onde eu vou eles vêm junto, já com os meus anteriores ninos era assim e com estes as coisas são iguais o passarinho é que ficou na casa dos "avós". Adoro animais e sempre os respeitei e como tal fazem parte da familia e nunca os devemos abandonar e sei por expriência própria que são os nossos melhores amigos!
Bem...vou dar uma voltinha pelos mails e ver se consigo dormir.
Beijinhos para todas e bos sonhos!!!
Lina
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Para a Inês!!! A Vizinha mais canina do prédio!!*
Ainda me lembro quando foi o teu banho quando fui aí a casa...se a tua mãe vier aqui pede para ela te mostrar!
quarta-feira, 9 de julho de 2008
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Amigas(os) estou quase a ir de férias!
<>
Pois é meus Amigos estou quase a ir de férias ando num nervossísmo que nem imaginam o meu irmão mais novo, a minha cunhada e os meus dois bébes chegam amanhã ao almoço estou que nem sei como explicar...vai ser uma noite em branco!
Depois na 3ª feira eles vão para o Local onde a Lua é mais Linda e eu e o meu marido vamos uns 2 dias depois!!!
Pena....que a minha querida Mãe não esteja como tem sido até aqui....
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Por que a Lei de Atração Funciona!?
Por que a Lei de Atração Funciona!?
Não são todas as informações que geram registros moleculares, que atingem a estrutura íntima da matéria até chegar ao nível das partículas subatômicas, no campo magnético/energético.
Somente as informações que penetram o mundo das partículas elementares é que são capazes de produzir mudanças de comportamento, de causar modificações, pois atuam no mundo do extremamente pequeno, o campo energético.
Outrora, acreditou-se na existência de um fluido imaterial hipotético que permearia todo o espaço e que se supunha necessário à propagação das ondas eletromagnéticas, o que se chamou de éter, mas diversos experimentos demonstram que essas ondas se propagam no vácuo e que não há obstáculos para elas, pois são muito fortes. O mundo das partículas é o da energia eletromagnética.
Quando as informações, sob a forma de quadros mentais emotizados, atingem o sistema de autopreservação e preservação da espécie (SAPE), ocorre a geração de energia eletromagnética que, por meio de ondas, vai provocar resultados.
O estudo dessas ondas é feito pela Física Ondulatória, também chamada de Física Quântica. Elas, as ondas, propagam-se e vão gerar os resultados para os quais foram enviadas, no caso dos quadros mentais emotizados.
"Emotizados" significa que foram transformados em energia eletromagnética, por meio de emoções, fervor, entusiasmo criador, paixão dirigida, deleite, êxtase com a antevisão do resultado.
Neste ponto, podemos entender claramente por que atraímos o que tememos. O que tememos tem forte emotização; portanto, é codificado em energia cujas ondas vão provocar aquilo que elas representam; por isso, devemos tomar cuidado com nossa imaginação, pois dela surgem os resultados que vamos obter, tendo-os desejado ou não. Da mesma forma que não podemos impedir que um passarinho sobrevoe nossa cabeça, também não podemos evitar que certos pensamentos (certas imagens) nos ocorram e, da mesma forma que podemos não permitir que um passarinho faça ninho em nossa cabeça, também podemos repelir certas imagens que surgem sem serem desejadas.
A Lei da Atração explica-se pelo fato de quadros mentais emotizados gerarem energia eletromagnética, que se propaga em ondas e vão operar para atingir os resultados que elas representam, perpassando obstáculos sem considerar distâncias.
Lei da Atração
Lei da Atração
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A Lei da Atração - A Mais Poderosa Lei do Universo
Cada pensamento vibra, cada pensamento irradia um sinal, e cada pensamento atrai um sinal de volta que combine com ele. Chamamos a este processo de Lei da Atração.
A Lei da Atração reza: Semelhante atrai semelhante. Assim, você pode ver a Lei da Atração como um Diretor Universal que cuida para que todos os pensamentos que combinam entre si se alinhem.
Este princípio pode ser entendido quando você liga seu rádio e deliberadamente o sintoniza com o sinal da torre de transmissão. Se você gira o seletor até o 98.6 FM você não espera ouvir o que está sendo transmitido na freqüência 101 FM. Você sabe que a freqüência vibratória do rádio deve combinar , e a Lei da Atração concorda com você.
Por isso, na medida que sua experiência o induz a lançar projéteis de desejos, você precisa encontrar formas de manter-se consistentemente em harmonia vibratória com tais desejos para que possa receber a manifestação deles.
Para O Que Você Está Dando Sua Atenção?
Sempre que está dando atenção a alguma coisa você está emitindo uma vibração, e a vibração que emite é o mesmo que pedir por algo, que é igual ao seu ponto de atração.
Se há alguma coisa que deseja que não tem agora, você só precisa colocar sua atenção nisto e, pela Lei da Atração, isto que deseja virá a você, porque ao pensar nesta coisa ou ao experimentar seu desejo, você emite uma vibração, então, pela Lei, esta coisa ou experiência deve vir para você.
Entretanto, se existe alguma coisa que você queira que ainda não tem, e você colocar sua atenção em seu atual estado de não ter o que deseja, então a Lei da Atração continuará a combinar com a vibração de não ter o que deseja, e você continuará não tendo o que deseja. Esta é a Lei.
Palavras de Chico Xavier
Palavras de Chico Xavier
Viver é sempre dizer aos outros que elas
são importantes.
Que nós o amamos, porque um dia eles se vão,
e ficamos com a nítida impressão
de que não o amamos o suficiente.
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Como o estado dos gânglios linfáticos
Como o estado dos gânglios linfáticos influi na sobrevivência
Estado dos gânglios linfáticos Probabilidades de sobreviver 10 anos Probabilidade de sobreviver 10 anos sem recorrência
Ausência de cancro Mais de 80 % Mais de 70 %
Cancro entre 1 e 3 gânglios De 40 % a 50 % De 25 % a 40 %
Cancro em 4 ou mais gânglios De 25 % a 40 % De 15 % a 35 %
Doenças mamárias no homem
No homem raramente surgem problemas mamários. Entre eles consta o crescimento das mamas e, com menos frequência, o cancro da mama.
Ginecomastia
O aumento de tamanho da mama (ginecomastia) aparece durante a puberdade. Este crescimento é normal e transitório, pois dura entre poucos meses e alguns anos. Do mesmo modo, verificam-se alterações semelhantes durante a velhice. O crescimento das mamas no homem também pode ser causado por certas doenças (em particular as hepáticas), determinados tratamentos farmacológicos, como um tratamento com hormonas sexuais femininas, e o consumo de marijuana. Com menos frequência, este problema está associado a um desequilíbrio hormonal provocado por tumores raros secretores de estrogénio, localizados nos testículos ou nas glândulas supra-renais. Se se suspeitar da presença deste tipo de tumor, faz-se um exame aos testículos mediante uma ecografia, bem como uma tomografia axial computadorizada das glândulas supra-renais (TAC) ou uma ressonância magnética (RM).
Uma ou ambas as mamas podem aumentar de tamanho. A mama que cresceu pode ser muito sensível. Se assim for, a causa talvez não seja o cancro, porque a dor da mama no homem e na mulher não costuma ser sinal de cancro.
Geralmente, não é necessário nenhum tratamento específico. O crescimento mamário desaparece por si só ou, então, uma vez eliminada a sua causa, tratando a doença ou suprimindo a administração do fármaco que a provoca. Não é certo que o tratamento hormonal seja benéfico. A extirpação cirúrgica do excesso de tecido mamário é eficaz, mas raramente é necessária. No entanto, uma nova técnica cirúrgica, que consiste em extirpar tecido através de um tubo de sucção que se insere por uma pequena incisão, está a adquirir cada vez mais popularidade e, por vezes, é o passo que antecede uma cirurgia plástica.
Cancro da mama
O cancro da mama também afecta a população masculina, mas a sua incidência é apenas de 1 % em relação às mulheres. Devido ao facto de ser muito pouco comum, raramente se suspeita que esta doença seja a causa dos sintomas que o doente apresenta e nem o homem que tem o cancro nem o seu médico o têm em conta. Como resultado, o cancro da mama masculino costuma chegar a um estado avançado antes de ser diagnosticado. O prognóstico é o mesmo que para uma mulher com um cancro nesse estádio. O tratamento também é semelhante, à excepção de que a cirurgia conservadora da mama é muito pouco usada e não se demonstrou o valor do tratamento farmacológico ou da radioterapia depois da cirurgia. A propagação para outras parte do corpo trata-se com os mesmos fármacos hormonobloqueadores que se usam para tratar o cancro da mama feminino ou, então, com a extirpação cirúrgica dos testículos (orquiectomia) para eliminar as hormonas que estimulam o crescimento do cancro. Alternativamente, é possível aplicar uma quimioterapia que combine diferentes fármacos.
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Infecções da mama e abcessos
A reconstrução da mama

A reconstrução da mama
Uma vez que se extirpe um tumor mamário e o tecido que o rodeia (mastectomia), pode-se reconstruir a mama mediante um implante salino, de silicone ou, numa operação mais complexa, de tecido extraído de outras zonas do corpo da mulher, normalmente do abdómen.
Em muitas mulheres, uma mama reconstruída parece mais normal do que a tratada com radioterapia, em especial se o tumor era grande. Se for usado um implante salino ou de silicone e se se tiver deixado pele suficiente para o cobrir, a sensibilidade da pele que reveste o implante é relativamente normal, mas ao tacto nenhum tipo de implante se assemelha ao tecido mamário. Se for usado tecido de outras partes do corpo, perde-se grande parte da sensibilidade da pele, já que esta também pertence a outra parte do organismo. Contudo, este tipo de implante parece-se mais com o tecido mamário do que um implante salino ou de silicone.
Não existe um tratamento eficaz para o cancro da mama que se espalhou e que se converteu numa doença metastática generalizada, mas a maioria das mulheres que sofrem dele vivem pelo menos 2 anos e algumas vivem entre 10 e 20 anos. O tratamento com fármacos, além de uma cirurgia apropriada, prolonga ligeiramente a vida, mas o principal motivo por que se faz este tratamento é, apesar dos efeitos secundários desagradáveis, aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. Para escolher um tratamento, deve ter-se em conta se o crescimento do cancro se deve à influência dos estrogénios, quanto tempo passou desde que o cancro foi diagnosticado e tratado pela primeira vez, quantos órgãos estão afectados e se a mulher já passouda menopausa.
A mulher cujo cancro se espalhou, mas que não tem sintomas, provavelmente não beneficiará com o tratamento. Como consequência, sobretudo se tiver efeitos secundários desagradáveis, é costume adiá-lo até que surjam os sintomas (dor ou outra queixa) ou, então, que o cancro piore rapidamente. O tratamento para uma doente que sofre grandes dores ou outros sintomas incapacitantes é a administração de fármacos que bloqueiem a acção das hormonas ou a quimioterapia para suprimir o crescimento das células cancerosas. No entanto, há excepções; por exemplo, se depois de muito tempo sem recorrência do cancro é detectada apenas uma área de osso afectado, o único tratamento poderá ser irradiar essa zona. A radioterapia é o tratamento mais eficaz para tratar o cancro ósseo, pois por vezes consegue detê-lo durante anos; actua-se de forma semelhante com o cancro que atingiu o cérebro.
Nas mulheres cujo cancro é influenciado pelos estrogénios, nas quais não houve confirmação de cancro durante mais de 2 anos depois do diagnóstico, ou naquelas em que o cancro não implica risco de vida a curto prazo, costumam ser utilizados os fármacos que bloqueiam a acção das hormonas de preferência à quimioterapia. Estes fármacos são especialmente eficazes em mulheres com 40 anos ou mais que ainda são menstruadas e com produção de grande quantidade de estrogénios, bem como naquelas que atingiram a menopausa há mais de 5 anos. De qualquer forma, nenhuma destas indicações é absoluta. Como o tamoxifeno tem poucos efeitos secundários, costuma ser o primeiro fármaco bloqueador que se usa. Como alternativa, pode-se recorrer à cirurgia para extrair os ovários ou à radioterapia para os destruir e deter a produção de estrogénos.
Se o cancro começar a expandir-se de novo, meses ou anos depois da sua supressão pelos fármacos anti-estrogénios, pode-se tentar a administração de outros medicamentos. A aminoglutetimida é uma substância que bloqueia a acção dos estrogénios muito usada para o tratamento do cancro ósseo que causa grande dor. A hidrocortisona, uma hormona esteróide, é administrada simultaneamente com a aminoglutetimida porque esta anula a produção natural daquela pelo corpo, e a hidrocortisona é uma hormona essencial à vida. Recentemente, experimentaram-se novos fármacos semelhantes à aminoglutetimida para tratar o cancro da mama, mas que não requerem a administração simultânea de hidrocortisona e que parecem ser tão eficazes como a aminoglutetimida.
Os regimes de quimioterapia mais eficazes incluem fármacos como a ciclofosfamida, a doxorrubicina, o paclitaxel, o docetaxel, a vinorrelbina e a mitomicina C. São utilizados com frequência juntamente com os fármacos que bloqueiam a acção das hormonas.
Por vezes, para tratar o cancro da mama recorre-se experimentalmente aos modificadores da resposta biológica. (Ver secção 15, capítulo 163) Estes fármacos são substâncias naturais ou versões um pouco modificadas das mesmas que fazem parte do sistema imunológico do organismo. Incluem os interferões, a interleucina 2, células assassinas activadas pelos linfócitos, factores de necrose tumoral e anticorpos monoclonais. São administrados antes de passar à quimioterapia extensiva, mas a sua verdadeira função no tratamento do cancro da mama ainda não foi estabelecida.
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Risco de contrair cancro da mama ou de morrer por esse motivo
Idade (anos) Risco (%)
Em 10 anos Em 20 anos Em 30 anos
Contraí-lo Morrer Contraí-lo Morrer Contraí-lo Morrer
30-anos 0,4 -------0,1 2,0-------- 0,6 4,3 ---------1,2
40-Anos 1,6 -------0,5 3,9 1,1 7,1--------- 2,0
50-Anos 2,4------- 0,7 5,7 --------1,6 9,0--------- 2,6
60-Anos 3,6------- 1,0 7,1-------- 2,0 9,1 ---------2,6
70-Anos 4,1 -------1,2 6,5 --------1,9 7,1 ---------2,0
Baseado na informação de EJ Feuer e colaboradores: «O risco de contrair cancro da mama» (Journal of the Nacional Cancer Institute) 85 (11):892-897, 1993
Factores de risco do cancro da mama
Idade
A passagem dos anos é um factor de risco importante. Cerca de 60 % dos cancros da mama aparecem nas mulheres com mais de 60 anos. O risco é muito maior depois dos 75 anos.
Cancro da mama anterior
O risco é mais elevado quando se teve cancro da mama in situ ou invasivo. Uma vez extraída a mama doente, o risco de contrair cancro na outra mama é de cerca de 0,5 % a 1,0 % por ano.
História familiar de cancro da mama
O cancro da mama num parente de primeiro grau (mãe, irmã, filha) aumenta duas ou três vezes o risco que essa mulher corre, mas o cancro da mama em parentes mais distantes (avó, tia, prima) só aumenta o risco ligeiramente. Mesmo uma mulher cujos familiares próximos tenham cancro da mama não tem mais de 30 % de probabilidades de contrair este tipo de cancro antes dos 75 anos.
Gene do cancro da mama
Recentemente, foram identificados dois genes diferentes do cancro da mama em dois pequenos grupos de pacientes. Se uma mulher tiver um destes genes, as suas possibilidades de contrair cancro da mama são muito elevadas. No entanto, as suas possibilidades de morrer desta doença não são necessariamente maiores que as de qualquer outra mulher que dela sofra. Uma história familiar sobre esta doença é associada a uma maior probabilidade de ter estes genes: em geral várias mulheres de cada uma das três gerações tiveram cancro da mama. Por isso, não parece necessário determinar estes genes sistematicamente, excepto se a história familiar for invulgar. A incidência de cancro do ovário também é mais alta nas famílias portadoras de um dos genes do cancro da mama.
Doença mamária benigna anterior
Ter tido uma doença mamária benigna parece aumentar o risco só naquelas mulheres que têm um elevado número de canais mamários. Até nestes casos, o risco é moderado, a menos que se encontre tecido anormal (hiperplasia atípica) durante uma biopsia ou exista uma história familiar de cancro da mama.
Primeira menstruação antes dos 12 anos, menopausa depois dos 55, primeira gravidez depois dos 30 ou ausência de gravidezes
A relação entre os primeiros três factores e o risco que a mulher corre é directa. Por exemplo, quanto mais cedo começar a menstruação, maior é o risco: de duas a quatro vezes maior nas mulheres que menstruaram pela primeira vez antes dos 12 anos do que nas que o fizeram depois dos 14. No entanto, estes factores parecem ter pouca influência sobre o risco de sofrer de cancro.
Uso prolongado de contraceptivos orais ou terapia de reposição estrogénica
Quase nenhum dos estudos demonstra que existe alguma relação entre o uso de contraceptivos orais e o posterior desenvolvimento do cancro da mama, excepto em casos de administração prolongada. Depois da menopausa, submeter-se a uma terapia de reposição estrogénica durante 10 a 20 anos parece aumentar ligeiramente o risco. A terapia de reposição hormonal que combina estrogénios com progestagénios pode aumentar o risco, mas não é seguro.
Obesidade depois da menopausa
O risco é um pouco mais elevado nas mulheres pós-menopáusicas obesas, mas não existem provas de que uma dieta específica (por exemplo, com um elevado conteúdo gordo) contribua para o desenvolvimento do cancro da mama. Alguns estudos sugerem que, na realidade, as mulheres obesas que ainda menstruam têm menos probabilidades de sofrer desta doença.
Sintomas que podem indicar cancro da mama
Estes sintomas não indicam necessariamente que uma mulher tenha cancro da mama. No entanto, se os tiver, deverá consultar o seu médico.
Uma massa que ao tacto se diferencie claramente do resto do tecido mamário ou que não desaparece
Inchaço que não desaparece
Pele rugosa ou com covas
Pele escamosa à volta do mamilo
Alterações na forma da mama
Alterações no mamilo (por exemplo, um afundamento)
Secreção do mamilo, sobretudo se contiver sangue
